Para que isso aconteça, precisamos ter em mente que o aprender é um processo de troca, no qual os agentes da educação – professores, alunos, funcionários, pais e comunidade – devem trocar conhecimentos sem preconceitos, nem pré-conceitos. Assim estabelecemos uma “avenida de duas mãos”, destacada por Paulo Freire como a essência do ato de educar, que nos faz aprender e ensinar ao mesmo tempo.
